segunda-feira, 18 de novembro de 2013

PEÇO LICENÇA PARA POSTAR ALGO QUE NÃO SE REFERE DIRETAMENTE AO MEU OBJETO DE PESQUISA, MAS COM IGUAL APREÇO ME ATRAI A ATENÇÃO: OS PERCALÇOS QUE O "DIRCEU ARCOVERDE" ENFRENTOU PARA VIR A SER O QUE É HOJE. 
RESUMO DE ARTIGO-IV SEMANA E V SIMPÓSIO DE HISTÓRIA-CCM

A PRÁTICA HIGIENISTA NO DIRCEU ARCOVERDE: AS DIFICULDADES DE SOBREVIVÊNCIA NO CONJUNTO HABITACIONAL DIRCEU ARCOVERDE (1977-1981)
*Elisnauro Araújo Barros
(Graduado em História UESPI-CCM)
**Antonio Carlos Carvalho da Costa
(Universidade Estadual do Piauí-UESPI)
                                                                                                                                                     
Com uma grande carência da falta de uma higienização adequada, o conjunto habitacional Dirceu Arcoverde, sofreu por não apresentar este item necessário ao convívio humano, em seus primeiros anos de ocupação, fazendo com que seus habitantes tivessem que lutar contra as péssimas condições existentes na região.  Procurando uma definição de espaço, como é abordado por Roberto Lobato Corrêa (2003), com o auxilio do significado higienista de Margareth Rago (1997) e Claudio Bertolli Filho (1999), observando a penetração de doenças no individuo, pela falta de higiene, bem definida por Peter Burke (2008), contrastando com leitura de Gilberto Hochman (1998), com sua visão voltada para a política sanitarista brasileira, e pontos de vista de Michel de Certeau (1999) e Nicolau Svecenko (1993) a respeito do assunto, para termos um olhar no campo histórico da questão aqui trabalhada. Trazendo reportagens do Jornal da Manhã, O Dia, e O Estado, para retratar este início complicado de ocupação desta região, juntamente com as memórias de moradores, que chegaram nesta região desprovida do básico ao atendimento salutar. Fazendo um contraste no período em que Teresina passava por um embelezamento urbanístico desde o início dos anos de 1970, deixando muitos indivíduos desfavorecidos, distante do centro da capital.



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